quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

John Ford e sua Trilogia da Cavalaria Americana.


Todos nós andamos à saber (e muito) que John Ford (1895-1973) foi um dos grandes mestres do Cinema, muito embora nos costumamos a associá-lo ao gênero Western, e de fato, também é a quintessência do estilo genuinamente norte-americano por excelência, e tanto quanto Cecil B. DeMille, sua história também se confunde com a origem da Sétima Arte.
Ford não se considerava um artista, mas a indústria, o público, e os colegas, sim. Por três vezes, foi eleito Melhor Diretor do Ano pelo Sindicato dos Diretores de Cinema da América. Recebeu quatro prêmios da Academia na categoria de melhor Diretor do Ano e outros dois por curtas-metragens de documentários que dirigiu. O American Film Institute lhe concedeu o seu Live Achievement Award, lhe honrando as realizações de toda uma vida dedicada ao cinema.
Ford tinha um estilo único, e tal como os cowboys que ele mesmo apresentou nas telas, ele era um homem de poucas palavras, ou podemos mesmo dizer, curto,prático e objetivo: Eu sou John Ford e eu faço westerns. Evidentemente que se vê o amor e a dedicação em que ele empenhava em conduzir grandes obras, mas era um diretor tão nobre que chegou a declarar, em 1968, numa entrevista, que seus filmes mais admirados e considerados não eram os westerns. Fosse como fosse, realizou tudo com maestria e nobreza.
O grande Orson Welles (1915-1985), outro gigante da cinematografia mundial, declarou quando questionado por um repórter qual era seu cineasta preferido: os velhos mestres, John Ford, John Ford, e John Ford. Sem dúvida, muitos diretores da geração de Ford quanto os que viriam mais tarde tiveram influências dele e de seus trabalhos.

Ford leu muito sobre a Cavalaria Americana, e partiu dele a ideia de contar o que sabia sobre a instituição, mas achou melhor contar numa forma de trilogia. A esta altura, John Wayne (1907-1979) já era seu grande astro, cujo impulso foi alavancado pelo próprio Ford na sua obra No Tempo das Diligências, em 1939. É verdade que Ford e Wayne tiveram altos e baixos ao longo de suas vidas (possivelmente, a única pessoa com quem pudesse “perder uma briga” para Ford era justamente o “Duke”), mas jamais deixaram de ser grandes amigos, apesar do grande cineasta tentar controlar a carreira de Wayne até o fim de sua vida, em 1973. Wayne estrelou a trilogia espetacular que faz parte da imensa filmografia do diretor, cuja lista de obras se inicia em 1914.


SANGUE DE HERÓIS (Fort Apache) de 1948 conta com cenas marcantes, entre elas as sequências em que a câmera corre lado a lado com a cavalaria em fúria. A paisagem desoladora e imponente do Monument Valley (a terra que Ford tanto amava e fez questão de frisar isto em seus primorosos westerns) é captada de forma épica, e com destaque para a atuação de Henry Fonda (1905-1982) como um coronel frio, arrogante, e preconceituoso, que odeia os índios, que antagoniza com o oficial interpretado por John Wayne, o oposto do personagem de Fonda, que tem a mente mais aberta e vem a entender os problemas indígenas sob sua ótica humana.


O verdadeiro protagonista é, sem dúvida, Henry Fonda, um dos atores preferidos do cineasta junto com John Wayne. Nunca vimos até então Fonda tão arrogante, afetado e cabeça-dura como o seu coronel Thursday, o novo comandante do Fort Apache, conglomerado militar em crise por conta de conflito com os índios daquele local.


Wayne também tem um ótimo desempenho, talvez o único que vem a diferir de outros personagens que tanto o fez consagrar ao longo de sua carreira. Temos também aqui Ward Bond (1903-1960) que não pode ser ignorado, pois para falarmos sobre Ford e Wayne, Bond também precisa ser citado, pois os três faziam além de grandes trabalhos no cinema, sempre boas e divertidas farras. Por falar em farras, é destaque lembrar também de Victor McLaglen (1886-1959), que junto com Pedro Armendariz (1912-1963) interpretam dois sargentos indisciplinados e trapalhões, que sustentam a parte cômica da fita. 




A despontar Shirley Temple, já uma jovem e atraente mulher, sem sombra da estrela infantil que encantou a todos, que faz a filha do Coronel interpretado por Fonda, no esplendor de seus 20 anos, interesse amoroso do oficial interpretado por John Agar (1921-2002), que era marido de Temple na vida real (foram casados entre 1945 a 1949, isto é, um ano depois do lançamento de Fort Apache, já estavam divorciados).
Quando SANGUE DE HERÓIS foi relançado no Brasil, na década de 1960, pela empresa Fama Filmes, recebeu o título original, assim como na dublagem antiga para a TV,que introduz como Forte Apache.




LEGIÃO INVENCÍVEL (She Wore a Yellow Ribbon), de 1949, tem Wayne como Nathan Brittles, um capitão veterano da cavalaria americana que não quer aceitar a ideia de se retirar do serviço ativo. Ele aceita a reforma, mas não sem antes cumprir todas as suas obrigações com a tribo local e, assim, sai em sua última patrulha para impedir um impiedoso ataque indígena que pode se transformar em um grande massacre. Atrapalhado pelas mulheres a quem precisa salvar, Brittles vê sua missão em grande perigo. Mais uma vez, o “Duke” nos brinda com um desempenho memorável, num papel que requer o dobro de sua idade (Wayne estava com 42 anos e interpreta um personagem de, no mínimo, 60). 



É emocionante a cena em que Nathan “conversa” com a finada esposa perante seu túmulo, falando dos velhos tempos e de sua futura aposentadoria, até a chegada de Olivia Dandridge (Joanne Dru, 1922-1996), que flagra a atitude de Nathan.

Olivia é o interesse amoroso entre o tenente Flint Cohill ( John Agar, 1921-2002) e o segundo tenente Ross Pennell (Harry Carey Jr, ainda vivo, hoje com 90 anos, e um dos ícones mais lembrados do gênero Western por sua enorme contribuição em grandes obras ao estilo, incluindo é claro John Ford), contudo o coração de Olivia é voltado para Flint. 

 

RIO BRAVO foi o título brasileiro de RIO GRANDE (Título Original), e assim foi lançado em nossos cinemas. A princípio, o título original desta última trilogia seria Rio Bravo, entretanto Ford trocou por Rio Grande, mas Rio Bravo já tinha sido registrado aqui no Brasil pela Republic Pictures, que o manteve. A Título de Curiosidade, em 1959, Howard Hawks (1899-1977) faria para a Warner um filme que deu o nome de...RIO BRAVO, descartado em 1950 por John Ford. Como aqui no Brasil já tínhamos tido um filme com o título local de RIO BRAVO, a Warner no Brasil não poderia usa-lo novamente, ao que deram o nome de Onde Começa o Inferno.  


       

RIO GRANDE, realizado em 1950, é o terceiro e último da série da trilogia, e retrata a trajetória do Tenente-Coronel Kirby Yorke (Wayne), que foi designado para um posto da fronteira com o México, próximo ao Rio Grande (Rio Bravo para os mexicanos) no qual defende os colonos contra os Apaches renegados. O coronel pediu 180 novos recrutas, mas recebeu apenas 18, sendo que um deles é seu filho Jeff (Claude Jarman Jr, de Virtude Selvagem), que ele não via desde quando o mesmo era recém-nascido, e que se alistou após ser expulso da academia de oficiais (foi reprovado em Matemática). Outro recruta é Tyree (Ben Johnson), um fugitivo da lei por ter matado um texano em duelo. Os recrutas são treinados pelo sargento Quincannoon (Victor Mclaglen, repetindo seu papel de Legião Invencível, a obra anterior de Ford). Jeff logo faz amizade com Tyree e Boone (Harry Carey Jr), que se mostram dois exímios cavaleiros.



Yorke fica tenso e preocupado com o filho quando os índios atacam, mas procura não demonstrar. Depois sua preocupação aumenta quando chega ao forte a mãe de Jeff, a bela sulista Kathleen (Maureen O’ Hara, lenda viva da Sétima Arte), que deixou o coronel quando este destruiu a plantação de sua família no vale de Shenandoah durante a Guerra Civil. A mulher quer que o filho deixe o exército e volte aos estudos, embora seja compreensiva com ele e continue a gostar do coronel.

O coronel recebe ordens não-oficiais para perseguir os apaches até o México, mas, logo a seguir, crianças que mandou escoltar para um local seguro são raptadas pelos índios. Tyree descobre onde elas estão escondidas e escolhe seus dois amigos, Boone e Jeff, para ir com eles resgatar as crianças. O coronel não gosta, mas não intercede pelo seu filho que assim parte para a perigosa missão.

Uma das grandes obras magistrais do Mestre John Ford, que de início queria filmar Depois do Vendaval, mas o presidente da Republic Pictures (produtora do filme), Herbert J. Yates (1880-1966),insistiu com ele para que fizesse esse faroeste usando a dupla formada por John Wayne e Maureen O'Hara, pois Yates não achava o roteiro de The Quiet Man muito bom e queria que Rio Grande garantisse os recursos financeiros para a produção. Novamente, o Monument Valley foi o cenário de tão espetacular produção, formando assim uma das trilogias mais importantes de toda a cinematografia mundial, importante para os cinéfilos, críticos, e todos os amantes da Sétima Arte em geral.


Três grandes clássicos tradicionais do Oeste Americano para os amantes da Sétima Arte, para os admiradores de John Wayne, e para os fãs deste grande cineasta chamado John Ford...John Ford...John Ford.
Produção e Pesquisa: 
Paulo Telles.
Atualizado em 8 de julho de 2014

27 comentários:

  1. Paulo, eu gostaria de te agradecer por sua solidariedade e bondade. Deus abençoe seu grande coração.
    Gostaria de te dizer, também, que sempre visito seu blog, e amo seu blog. Ele é leve e passeando por ele me sinto na minha infância. Sem falar que este "estilão" vintage é tudo de bom.

    Um abraço.

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  2. Queridos amigos, só existe uma pessoa em todo o Universo que pode achar se meu coração é bom ou não, pois quanto a mim, sou suspeito em dizer.

    São comentários como os seus que enriquecem o espaço, pois a primeira vez que ouço alguém comentar "que ama meu blog". Além disso, fico imensamente contente que vc se sinta na infância em pleno passeio pelo tempo, pois minha idéia original era fazer um blog onde pudéssemos sentir o puro sabor da nostalgia. Obrigado mesmo, aos dois.

    Mas falando sobre nossa amiga TAMARA...

    PREZADOS AMIGOS E SEGUIDORES QUE PASSAREM POR AQUI

    Não custa ajudar. Se puderem fazer o mesmo que fiz, colocando este banner e ajudando a divulgar em seus blogs ou sites, muitas chances tem desta jovem salvar sua vida. Vamos ajudar contribuindo com o que tiver a vossas disposições. Agradeço se puderem ouvir este chamado.

    Obrigado mais uma vez, e a vcs Nilse & João, um forte abraço

    Paulo Néry

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  3. O que é na verdade Trilogia? No meu ponto de vista Trilogia verdadeira é esta de John Ford.
    No entanto já ouvi falar várias vezes que os filmes de George Stevens, Um Lugar ao Sol, Shane e Assim Caminha a Humanidade é uma Trilogia. E se isto for verdade ela bate, e feio, na do velho Ford. Sem falar na Trilogia de Hawk's Onde Começa o Inferno, El Dorado e Rio Lobo, que torna a bater, e demais, nesta tão propagada Trilogia de Ford.
    E assim por diante com mais e mais belas e perfeitas Trilogias, que vou deixar de citar aqui para não perder espaço.
    John Ford foi um homem que soube fazer western.Isto é verdade. Ao seu mobo brutal, grosseiro e impertinente, mas que fez sim, grandes faroestes. Vivia cercado de astros de 1a. grandeza e pouco, muito pouco mesmo, poderia dar errado. Vejamos; que filme poderia dar errado com John Wayne, Henry Fonda, Ben Johnson, Ward Bond. Harry Carey Jr. Maureen O'Hara, esta lenda do cinema, e tantos outros bons astros? Como não dar certo? No entanto, todos os louros vão para a velha raposa, o que considero um exagero violento.
    Queremos falar de John Ford, vamos citar classicos seus como; Liberty Valence, Paixão dos Fortes, Vinhas da Ira (sua maior criação),Terra Bruta, Depois do Vendaval, Marcha de Herois (filme sem defeitos) e etc.
    Mas não. Além de porem este carrasco nas alturas, coisa que no meu ver nunca mereceu estar, ainda somente falam desta trilogia onde muito pouco se escapa, além das boas interpretações e locações. São filmes com cenas repetitivas, com cenas batidas de partes cômicas (aliás, todos seus filmes tinham que ter cenas assim e todas iguais). Aliás, as partes comicas de Rastros de Ódio são mal feitas de chegar a doer, pois nem Jeffey Hunter nem sua parceira, nem o tacador de violão têm aptidões para cenas daquelas. E tudo fica terrível, forçado, chato e ruim de rachar! Basta observarem como eu o faço, de olhos aberto e vendo o que muitos não vêm.
    Porém, nada do que falei tira méritos deste bom diretor. Mas que ele merece assim tantos louros apenas porque "era um diretor de faroestes" e filmava no "Monumental Valley"? Me salvem desta em nome de Deus!
    Nunca vi elogios assim a Hawk's,(Rio Vermelho) a Stevens (Shane), a Wyler (Da Terra Nascem os Homens) e a muitos outros diretores.
    Na verdade, não estou criticando o post. Mas ponho em qualquer comentário SUPER ELOGIOSOS a John Ford todo o meu desagrado. Não desagrado por ter sido ele um péssimo profissional, mas meu desagrado porque ele tem Vinhas da Ira e nunca ouvi um comentário elogioso e merecedor para este filme como o vejo para outros. E Lyberty Valence é seu melhor faroeste. Critiquem a mim quem desejar. Mas ele está aí com aquele monte de astros monstros, numa aula de interpretação e numa fita que empolga apenas em ver Stewart e Marvin trabalhando.
    Que não me ponham ira os que discordam de mim por serem fanaticos pelo velho Ford e nele verem apenas virtude. Eu não vejo nada disso e lamento por desagradá-los.
    jurandir_lima@bol.com.br

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  4. Ola meu querido Paulo,eu literalmente enlouqueço quando entro aqui na tua "casa" e vejo estas postagens sensacionais que compartilhas conosco.E todos os cartazes de filmes que foram grandes sucessos no passado,me dá vontade de sair a pesquizar e cantar todos sem menos saber ou lembrar da trilha sonora.Realmente entro em "piração".Desde pequena conheço demais o legendário John Wayne.Meu pai não perdia seus filmes e falava tanto nêle,que eu o considerava meu tio.Incrível.Já vi que vou ter muito trabalho pela frente este ano,por isso vou tirar mais uns diazinhos de férias.Bueno vou parar por aqui,para não abusar da tua paciência.Deixo aqui meu muito grande abraço.

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  5. Gosto dessa trilogia.Todos os três são excelentes. Tem o charme de uma equipe unida.
    E Fonda em SANGUE DE HERÓIS está sensacional. A química entre Wayne e O'Hara é evidente. "Musos" supremos do universo fordiano.

    Cumprimentos cinéfilos e Feliz 2012!

    O Falcão Maltês

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  6. Meu querido amigo Jurandir, todo coração e toda alma...

    Eis um cinéfilo que é isento de toda hipocrisia, e saúdo por seus comentários, muito embora, não venha á concordar em alguns pontos.

    Mas vamos embora...

    Hawks e Stevens, certamente, fizeram suas trilogias. Evidentemente, não descarto a enorme importância de tão magníficas obras, contudo não existem comparações porque todas as trilogias aqui destacadas são de temáticas bem diferentes.

    Ford fez sobre a Cavalaria americana. Stevens sobre a América, e Hawks, este notável e soberbo gigante da Sétima Arte, fez uma trilogia contando sobre os xerifes em situação de grande perigo. Logo, como disse, a temática destas trilogias são bem distantes.

    Ford podia ser um grosseirão (e era sem dúvidas, trabalhar com ele era difícil), mas não nos concentremos apenas nos clássicos do western que ele dirigiu. Ford poderia ser também um homem sensível, poeta e saudosista. Vejamos, meu amigo, COMO ERA VERDE MEU VALE, e DEPOIS DO VENDAVAL, em que carrega suas reminiscências de sua Irlanda e de seus ancestrais. Estas duas obras são compostas de todo lirismo e poesia, e há pontos que chego até a chorar em algumas passagens, pois é tão imbuído de bons sentimentos que não há como negar que Ford tinha seus momentos de inspiração.

    Compreendo e respeito sua visão sobre Ford, Jurandir. Vc disse para todos observarem, por exemplo, passagens de Rastros de ódio, considerado um dos dez maiores filmes de todos os tempos (independente de seu gênero). Evidentemente, cada um tem sua visão, os “olhos abertos” reflete no expectador, que julga com o seu próprio ponto de vista e opinião.

    Ford, de fato, se cercava de uma boa trupe, de velhos amigos que o amavam e gostavam muito dele como profissional que era, e se eles tiveram bons desempenhos, e deram vida a toda trama, foi somente porque John Ford que induziu.

    Ford comentou com seu produtor quando estava planejando NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS: “Quero fazer um filme que não deva nada ao elenco. É o filme que os fará famosos, e não ao contrário”. E ele estava certo, pois foi o filme que deu a John Wayne notoriedade de astro classe A, depois de anos fazendo faroestes B e curtas para a Lone-Star, além de contar Claire Trevor e John Carradine, que ficaram ainda em maior evidência.

    Então, por que ele também não merecer os louros?

    Ford, Stevens, Hawks, DeMille, Wyler, Mann, Ray, Capra…todos eles são gigantes sagrados da cinematografia mundial, e cada um, a sua maneira, desempenhou um papel fundamental e importante na Sétima Arte.

    Quanto a mim, pelo menos, não sou fanático por Ford, entretanto não posso deixar de admirar sua vasta obra, e respeito o ponto de vista de todos que não venham a ter a mesma ótica. Respeitar as opiniões é um gesto de democracia, e por isso, amigo Jurandir, respeito a sua.

    Forte abraço
    Paulo Néry

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  7. Salve, Nahud!. Decerto as três obras são magníficas. Tudo é perfeito (pelo menos, na minha concepção). Sobre Fonda, foi um de seus mais destacados trabalhos, e Wayne & O'Hara formaram um dos pares românticos mais perfeitos de toda a história do Cinema.

    Saudações cinéfilas e um feliz 2012 para vc tb!

    Paulo Néry

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  8. Olá Suzane

    Vc e ninguém abusa de minha paciência, minha linda. Seria mesmo interessante vc cantar a todos estes clássicos, que sem dúvida, merecem o encanto de sua voz.

    John Wayne ainda é o ídolo de muitos, e continua eterno em nossas reprises.

    Abraços, Su, volte sempre, ok?

    Paulo Néry

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  9. Nery;

    Que volte a ficar claro que meus pontos de vista nada tem a ver com sua bela e bem detalhada postagem. Até o Darci, com quem às vezes conflito sobre John Ford, ele que faz excelentes matérias sobre o mesmo, e eu nunca mudo minha opinhão a respeito deste razoável diretor. Observemos que jamais neguei sua qualidade profissional, apesar do tipo grosseiro que era e, também, apesar de ter suas sensibilidades, conforme esplanou.
    E tu está certo. O homem poderia ser um monstro e ter seu lado bom, dado a ver quantos trabalhavam sempre com ele (que nem mesmo sei se o amavam, como é parecido, ou se andavam muito ao seu lado por precisarem dele com todo aquele seu poderio). Mas, como falava, eu e o Darci Fonseca temos nossos desencontros quanto ao Ford. Mas, como tu, todos têm de compreender que é um ponto de vista meu. Nada contra ninguém e nem mesmo contra o Ford. Ele tem bons e até excelentes filmes, mas não é, ao meu ver, merecedor de tantos louros e nem esta sua trilogia, que esclareceste muito bem seus gêneros, é melhor que as dos demais que citei. Qual a razão da trilogia do Ford ser mais engrandecida nos comentários porque ele trata do tema da Cavalaria Americana? Ora; o Stevens fala da América, que não deixa de ser um tema com mais teor ainda, e o Hawk's enleva o sempre POUCO REPARADO xerife do velho Oeste. Que tema lindo, tentar mostrar como era duro e difícil aquela profissão.
    De uma forma geral, claro que sem desejar por qualquer mancha em sua resposta, são tres temas muito significativos, julgando eu não merecer, de forma alguma, o de John Ford ser o melhor.
    Sabe? Quando se gosta de alguma coisa costuma-se se endeusá-la. Mas também, quando não se gosta ocorre este caso meu, que me está parecendo único.
    Abraço amigo. Sua deferencia ao meu comentário foi perfeita e muito bem entendida.
    jurandir_lima@bol.com.br

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  10. Olá meu amigo Jurandir

    Entendi seu ponto de vista, e sua ótica, e em particular, eu respeito. Mas quanto as temáticas das trilogias, não sei qual é a melhor, pois tanto a trilogia de Ford, de Stevens, e de Hawks, são excelentes, acho que seria difícil definir qual é a melhor.

    Grande abraço

    Paulo Néry

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  11. Embora John Wayne seja sempre o primeiro nome que vem à cabeça dos cinéfilos quando se fala em western, costumo perceber que ele é normalmente ofuscado por seus companheiros de cena. É isso que acontece em "Sangue de Herói", em que Henry Fonda chama toda a atenção para si, e nos filmes em que Wayne trabalha com Maureen O`Hara só temos olhos para ela.
    Abraços!

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  12. Não vejo tanto por este angulo, Lê. FORT APACHE é um caso em particular, pois a obra esta toda centrada em torno do personagem de Fonda, por isso também que ele foi o protagonista, sem contar o seu magnífico desempenho.

    Creio que grande parte dos cinéfilos tem olhos para os dois (Wayne & O' Hara), que fazem, em minha opinião, um par perfeito, mas sem dúvida não há como negar que Maureen, com ou sem o "Duke", era um colírio para as telas.

    Obrigado pela participação,Lê,abraços!

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  13. Grande lembrança, Paulo sobre esses clássicos de John Ford e consequentemente de John Wayne. Infelizmente não vi nenhum deles para comentar mais detalhadamente.

    Abraços!

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  14. Salve Gil! Esta trilogia esta entre os 50 melhores filmes para se ver antes de morrer, e não é TCM, rs. Já estão à disposição em DVD e recomendo ao amigo. Forte abraço e boa semana!

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  15. Olá, Paulo, parabéns pela bela lembrança, fartamente ilustrada sobre a Trilogia Fordiana sobre a U.S. Cavalry. Meu preferido é "Legião Invencível", sublime obra-prima de Ford com excepcional fotografia de winton C. Hoch. Quem contém as lágrimas ao escutar "I'll take you home again, Kathleen" com The Sons of The Pioneers cantando para Maureen. E Henry Fonda como Owen Thursday, heim? Nesse ano quem levou o Oscar foi Laurence Olivier por Hamlet, mas o sempre injustiçado Fonda como o Coronel tem uma de suas maiores interpretações. Umabraço do darci - CINEWESTERNMANIA

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  16. Paulo, Como Vai?
    Junto a Hitchcock, John Ford é sem dúvidas um dos meus diretores preferidos,ele se resume a duas palavras: sensível e mestre.
    Da trilogia que você nos traz só vi Sangue De Heróis e a muito tempo atras, não me recordo muito bem, quanto aos demais não tenho dúvidas que devem se tratar de grandes filmes assim como todos os outros realizados por essa genial parceria Ford- Wayne.

    Parabéns pela matéria, ótima como sempre

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  17. Saudações amigo Darci!

    Não há um período do Oscar onde não se cometa injustiças, e sem tirar o mérito deste grande ator que foi Laurence Olivier, concordo plenamente que foi uma injustiça cometida pela Academia em não tributar o prêmio a Fonda pelo papel do quase neurótico Thursday. Foi sem dúvida uma de suas melhores atuações.

    Na minha concepção fica difícil dizer qual seria o melhor, mas em quesito de em falar de companheirismo, emoção, e amizade, creio que LEGIÃO INVENCÍVEL tema mais que as outras duas obras.

    Grande Abraço Darci Fonseca do CINEWESTERMANIA, o Blog dos Westerns!!!

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  18. Obrigado Jefferson! Muito bom seu artigo sobre OS MELHORES ANOS DE NOSSAS VIDAS, de William Wyler, e dei uma passadela no seu blog.

    Obrigado pelos comentários, grande abraço!

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  19. Salve, caro Paulo!

    Assim como você, também sou fã do John Wayne (apesar de isso representar a "América reacionária", dos brancos contra índios etc.) e acho que ele, além de um grande astro, é também um grande ator em muitos filmes (gosto muito de "Bravura Indômita", por exemplo).

    Dos três apontados, infelizmente, só vi "Rio Grande", mas correrei a recuperar o tempo perdido em breve...

    E endosso o teu "ótimo" texto sobre Ford (aproveitando para puxar a brasa para a sardinha de um teoria minha): uma vez que "Westerns" não são, propriamente, um gênero, mas um "subgênero", Ford é um grande condutor de dramas sobre a alma humana e suas aventuras em meio aos desertos do Velho Oeste...

    Meu abraço!

    P.S.: tem cinema nos Morcegos; dá uma conferida... E obrigado pelo 'cult' (espero que um dia venha a ser, ré, ré): na verdade, trata-se de uma saraivada sobre várias culturas, o que o torna 'pop' - sou escritor amador e amo Cinema (não sem misturá-lo a Poesia, a Música, a...).

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    1. Salve Dilberto, tudo jóia?

      Wayne representou o espírito e a integridade americana daquela época, e até hoje, muitos americanos vêem desse modo. No site "Find a Grave", que é dedicado a memória de falecidos, inclusive de celebridades como Wayne, este fica em segundo lugar de notas de mensagens deixadas por fãs e internautas, perdendo apenas para Elvis Presley. É muito difícil falar sobre Wayne e de sua representação, pois ele tem um legado tremendo de grandes clássicos e interpretações.

      BRAVURA INDÔMITA eu gosto dele atuar, mas se me pergunta qual meu papel preferido de Wayne, te diria que é o Ethan Edwards em RASTROS DE ÓDIO. Se ele merecia um OSCAR, por mim seria por este papel, onde ele demostrou a amargura e a solidão humana. É verdade que ele não gostava dos índios e parte até um questionamento: se ele foi atras deles para salvar, de fato, a sobrinha, raptada pelo chefe comanche Scar (Henry Brandon), OU foi uma vingança pessoal por trucidarem e matarem a cunhada (Dorothy Jordan) que ele amava secretamente (aliás, bem evidente no filme)?

      Isto prova mesmo o que vc bem expressou, meu caro Dil. Ford era verdadeiramente um grande condutor sobre a alma humana e suas aventuras, e nada melhor do que RASTROS DE ÓDIO para corroborar esta afirmação sobre este grande cineasta.

      Quanto ao seu fantástico blog, certamente venho a reinteirar meu comentário. A junção de tantas informações em prol da cultura, seja em que âmbito for, merece o título de "cult" (opinião minha, rs). É um espaço salutar e te parabenizo, a vc e seus seguidores.

      Forte abraço e uma ótima semana

      Paulo Néry

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  20. De fato, não quis corrigi-lo, caríssimo Paulo, quanto à "definição" sobre os Morcegos, se 'pop' ou se 'cult' (na verdade, costumo até fugir de rótulos como os índios do John Wayne, ré, ré); só tentei colocar que o 'cult' fica a cargo dos amigos, que o "cultuam" com atenção (no que fico agradecido com suas lisonjas) e que seu lado 'pop' era o que acabava chamando mais a atenção, por misturar elementos tão diversos de várias artes... No mais, obrigado de coração pelo "fantástico" - no que retribuo, classificando o seu, do qual já virei um assíduo leitor, da mesma forma!

    Quanto a "Rastros de Ódio": nem o mencionei, porque acho que este filme é um daqueles 'hors concurs', acima de qualquer citação/classificação (tal como se dá com "Ben-Hur", "2001 - Uma Odisseia no Espaço", "O Poderoso Chefão"...)! Mas, claro, estás coberto de razão: Wayne está soberbo em cada 'frame' deste clássico absoluto e Ford, genial!

    Por fim, amo um filme do Ford e que deixo como proposta para uma nova postagem tua: "O Homem Que Matou O Facínora" - um escrutínio sobre a alma humana com fundos de Faroeste...

    Fico no aguardo de novas e honrosas visitas suas ao meu blogue,meu caro - a propósito, falo atualmente da cerimônia do Globo de Ouro e intercalo este assunto com provocações sobre os preconceitos estadunidenses, usando como pano de fundo um 'trash movie' da atualidade.

    Meu abraço!

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    1. Imagine, Dil! Pode contar comigo em seu blog. Estarei visitando sempre seu espaço e dando meu parecer nos posts. Grande Abraço

      Paulo Néry

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  21. UMA GRANDE MATÉRIA CONCERNENTE AO MESTRE JOHN FORD.REALMENTE, APESAR DO PAPEL VILANESCO, HENRY FONDA DEIXA TODO ELENCO ECLIPSADO. ELE MERECIA SER OSCAREADO, APESAR DO LAURENCE. O PROBLEMA É QUE OS INTELECTUAIS NUNCA ACEITARAM DE BOM GRADO O GÊNERO WESTERN - O CINEMA AMERICANO POR EXCELÊNCIA.
    DESTA TRILOGIA O MEU PREFERIDO, SEM SOMBRAS DE DÚVIDAS, É LEGIÃO INVENCÍVEL. ALIÁS NESSE GRANDE WESTERN TEM UMA CENA MARCANTE QUE POUCOS SE LEBRAM: A CENA EM QUE CAPTAIN BRITTLES, INTERPRETADO POR JOHN WAYNE, É PRESENTIADO COM UM RELÓGIO POR SUA CORPORAÇÃO, E TIRA O OCULOS PARA LER O QUE ESTAVA ESCRITO. FALEI DESTA POÉTICA CENA, POIS OS CINEFÍLOS SEMPRE CITAM JOEL MACCREA TIRANDO OS OCULOS PARA LER O DOCUMENTO QUE IRIA ASSINAR, NO FILME PISTOLEIROS DO ENTARDECER(1962), COMO SE ISSO FOSSE UMA NOVIDADE NO GÊNERO. SE BEM QUE NO WESTERN PILASTRA DO CÉU(1956) ANTERIOR AO WESTERN RETROCITADO, O GRANDE LEE MARVIN, BASTANTE FERIDO, TAMBÉM TIRA OS OCULOS PARA LER UMA ANTIGA CARTA...
    FINALIZANDO, MEU CARO, PAULO, VOCÊ ACABOU FALANDO QUASE NADA DO TERCEIRO FILME DA TRILOGIA:RIO BRAVO E NÃO RIO GRANDE. RIO BRAVO É TÍTULO QUE FOI EXIBIDOS NOS CINEMAS DO BRASIL, E DEPOIS QUANDO LANÇADO EM VHS E DVD FOI INTITULADO RIO GRANDE, TALVEZ PARA NÃO FAZER CONFUSÃO COM O TÍTULO ORIGINAL DO GRANDE WESTERN ONDE COMEÇA O INFERNO, O QUE EU NÃO CONCORDO.ESCLARECENDO, PARA AQUELES QUE NÃO TEM CONHECIMENTO, O MESMO RIO QUE SEPARA OS ESTADOS ÚNIDOS DO MÉXICO TEM NOMES DIFERENTES:PARA OS ESTADUNIDENSES O RIO É CHAMADO DE RIO GRANDE, E PARA OS MEXICANOS O RIO É CHAMADO DE RIO BRAVO.
    AINDA EM TEMPO: PAULO VOCÊ SEQUER CITOU A MARAVILHOSA JOANNE DRU, UMA GRANDE INJUSTIÇA...
    BRINCADEIRAS À PARTE - P A R A B É N S !

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    1. Sem dúvida é um dos grandes momentos de um dos clássicos absolutos de Ford, não somente pelo fato do "tirar os óculos". Percebam o quanto o personagem Nathan Brittles esta tão emocionado a ponto de derramar uma lágrima, ao receber esta homenagem. Revela-se aqui a humanidade de um verdadeiro homem, cujo pensamento é "jamais peça desculpas, pois é um sinal de fraqueza". Sensacional!

      AMIGO, sobre o título RIO BRAVO, eu havia explicado no artigo, mas não sei o que houve, acabou apagando a nota no post. Obrigado pro chamar a atenção quanto a isso.

      JOANE DRU tem uma foto bem apanhada dela rrrsrrs

      Obrigado nobre, forte abraço

      Paulo

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  22. NOTA DO ARTIGO

    RIO BRAVO foi o título brasileiro de RIO GRANDE (Título Original), e assim foi lançado em nossos cinemas. A princípio, o título original desta última trilogia seria Rio Bravo, entretanto Ford trocou por Rio Grande, mas Rio Bravo já tinha sido registrado aqui no Brasil pela Republic Pictures, que o manteve. A Título de Curiosidade: Em 1959, Howard Hawks (1899-1977) faria para a Warner um filme que deu o nome de...RIO BRAVO, descartado em 1950 por John Ford. Como aqui no Brasil já tínhamos tido um filme com o título local de RIO BRAVO, a Warner no Brasil não poderia usa-lo novamente, ao que deram o nome de Onde Começa o Inferno.

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  23. Respondendo ao Jurandir...
    Todos tem o direito de discordar ou não se John Ford é o maior diretor da história do cinema, se sua chamada trilogia é a melhor, etc... mas criticar um diretor de cinema como ''bruto'', ''carrasco'', etc, não é nada elegante, já que o que importa é a obra.
    Perguntaram para o ator Russell Crowe, o astro de Gladiador, o que achava da situação tão divulgada na mídia a respeito do ''caso'' do então presidente à época, Bill Clinton, com sua secretária, o que o australiano respondeu: ''- enquanto a economia Americana estiver por cima, não me importa se o presidente estará por baixo ou por cima de alguém''. Tomando umas cervejas com alguns amigos e assistindo a um jogo da seleção Brasileira, já há alguns anos, quando a estrela era o Romário, um dos amigos disse: ''- Droga!!! Este cara não treina, só vive em baladas, é marrento, etc.'' Minha humilde resposta: ''- Enquanto o baixinho estiver fazendo os gols, para mim é suficiente.''
    Será mesmo que o velho Ford, fazendo tantas obras-primas, precisava mesmo ser ícone do bom comportamento??? Vamos nos ater à obra.

    Até mais.

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  24. Caro Bauer,

    Não discordo que existam razões para seu desagrado às minhas colocações a respeito do velho Ford. Não, não discordo.

    Às vezes, relendo a materia que fiz,confesso que já senti desejo de pedir ao editor para retira-la e fazer uma nova, sendo esta menos pungente com o velho criador.

    Por outras horas, caro amigo, não posso negar que chego a sentir rancor pelo diretor. Tudo isto em virtude de seu comportamento errôneo e indiscreto para com muitos dos que trabalharam com ele, fazendo com que estes tivesem que abaixar a cabeça diante de tantas indiscrições, apenas pela necessidade de trabalhar que tinham.

    Isso é de fazer doer fundo na alma, não acha assim?

    Atitudes assim me corroi, pois jamais consigo assentir a subjugação de um homem. Ainda mais se ele se vê submetido vergonhosamente desta forma porque precisa fazer um trabalho que irá levar o pão para dentro da seu lar, onde seus filhos o esperam com carencias.

    Quanto a ele ter sido o genio que apregoam, eu também não concordo, apesar de ter feito excelentes filmes, os quais já citei e posso até aderir mais um que acabo de ver, que é Crepusculo de Uma raça.
    Este é um filme muito acima de qualquer daqueles tres que tanto endeusam. E, ainda acima de todos aqueles tres, dos quais Legião Invencivel é o melhor deles, existem, no meu ver, Vinhas da Ira e Marcha de Herois.

    Como o amigo pode observar, meu grande problema com o diretor são apenas dois;
    1 - ele não é o melhor diretor que já existiu. Pior; nem de longe este titulo lhe cabe.
    2 - sou irreversivelmente contra um homem submeter outro a momentos de degradação apenas por este se sentir por cima da situação, por ter mais força e poder que ele.

    É onde reside meu desagrado por John Ford, embora peça ao amigo que saiba me desculpar por algumas palavras mais rudes que juntei ao meu primeiro comentário.

    Com toda atenção e respeito

    jurandir_lima@bol.com.br

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