sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Tributo a Shirley Temple (1928-2014).


Morreu na segunda-feira, dia 10 de fevereiro, aos 85 anos, a atriz Shirley Temple, uma das maiores estrelas mirins da história de Hollywood. Segundo comunicado divulgado pela família nesta terça-feira, dia 11, ela estava em casa, em Woodside, na Califórnia, e morreu de causas naturais.  "Ela estava rodeada pela família", informa o texto. "Nós a celebramos por uma vida de realizações notáveis como atriz, diplomata e como nossa amada mãe, avó e bisavó, e adorada esposa, por 55 anos, do falecido e saudoso Charles Alden Black."


O BLOG FILMES ANTIGOS CLUB não poderia deixar de prestar uma singela homenagem a este ícone infantil das telas, como reproduziremos também um comentário feito em 2010 a respeito de um de seus filmes mais famosos e que é o preferido deste editor: O PÁSSARO AZUL,  abordado no tópico OS DEZ MAIORES FILMES INFANTIS DE ACORDO COM O EDITOR DO ESPAÇO - Publicado em 11 de outubro de 2010.



Shirley Temple começou a carreira aos 3 anos de idade e ganhou fama em filmes como "Olhos encantadores" (1934), "Alegria de viver" (1934), "A pequena órfã" (1935), "Heidi" (1937) e "A princesinha" (1939). A imagem da garotinha em produções leves e bem-humoradas dos anos 1930 serviu de alívio ao público americano durante o período da Grande Depressão. Suas músicas, dança e inocência funcionaram como contraponto a um momento de falta de empregos e de dinheiro.


A atriz era conhecida como America's Sweetheart ("a queridinha da América", em tradução livre). O presidente dos Estados Unidos entre 1933 e 1945, Franklin D. Roosevelt (1882-1945), elogiou na época o "otimismo contagiante" da pequena atriz e chegou a declarar que "desde que nosso país tenha Shirley Temple, nós vamos ficar bem".


Ela foi ganhadora do primeiro "baby Oscar" – uma estatueta com metade do tamanho de um Oscar normal –, entregue em 1935. A distinção era um prêmio especial dado a atores-mirins por seus papéis. As crianças não competiam com adultos nas várias categorias da premiação.

O site oficial de Shirley Temple lista que ela estrelou 14 curtas-metragens e 43 longas-metragens, a maioria deles antes de completar 12 anos de idade. Sua carreira foi de 1931 a 1961, mas seu último grande filme foi "A kiss for Corliss" (1949).

SHIRLEY com GARY COOPER
SHIRLEY com RANDOLPH SCOTT

Entre 1935 e 1938, a atriz foi campeã de bilheteria nos Estados Unidos, batendo produções com grandes estrelas hollywoodianas, como Clark Gable (1901-1960), Bing Crosby (1903-1977), Robert Taylor (1911-1969), Gary Cooper (1901-1961) Randolph Scott (1898-1987), e Joan Crawford (1906-1977).




Apesar de ter feito filmes como adolescente e jovem adulta, como "Solteirão cobiçado" (1947), com Myrna Loy e Cary Grant, e "Sangue de heróis" (1948), com John Wayne, Henry Fonda e John Agar (seu primeiro marido), Shirley Temple perdeu o brilho dos primeiros anos.

Depois de deixar o cinema, ela se candidatou ao Congresso dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, em 1967, mas não se elegeu. Depois, foi delegada dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), em 1969 e 1970, e embaixadora.  Serviu em Gana (1974-1976) e na antiga Tchecoslováquia (1989).


Em 1972, Shirley Temple recebeu o diagnóstico de câncer de mama. Foi uma das primeiras celebridades a falar abertamente sobre a doença. Numa seção de perguntas e respostas em seu site oficial, ela comentou a superação do problema.

"A alternativa é pior, se você não faz nada a respeito. Eu acreditei em meu médico e em Deus", afirmou. Também deu conselhos a outras mulheres: "Não fique em casa e não tenha medo. Vá ao médico e faça um exame".


Shirley Temple nasceu em 23 de abril de 1928, em Santa Monica, Califórnia, nos Estados Unidos. Era filha do executivo e banqueiro George Francis Temple e de Gertrude Amelia Krieger, que era apaixonada por dança e incentivou a filha desde o princípio. A pequena Shirley começou a ter aulas num estúdio de dança aos 3 anos, em Los Angeles.


Lá, em 1931, foi descoberta por dois produtores da Educational Films Corporation, que fazia uma série de curtas-metragens chamada "Baby burlesks" – eram paródias de filmes com adultos, mas estreladas exclusivamente por crianças. Em sua estreia, Shirley recebeu um cachê de US$ 10.

De acordo com a BBC, Shirley posteriormente descreveu esses trabalhos iniciais como "uma exploração cínica de nossa inocência infantil que ocasionalmente era racista ou sexista".
Com a falência da Edutional, em 1933, a atriz assinou seu primeiro contrato com um grande estúdio, a Fox. A estreia foi "Alegria de viver" (1934), e pequena estrela se destacou não só pela atuação, mas também por seus números de dança.

Quando ela tinha 6 anos de idade, recebia US$ 1,25 mil por semana. Em valores corrigidos, o salário equivalia a US$ 21 mil por semana. Os rendimentos se duplicaram com merchandising e produtos licenciados, como bonecas Shirley Temple e uma linha de roupas e acessórios para meninas.




Shirley se casou, aos 17 anos, com o Sargento da Força Aérea Americana  John Agar (1921-2002), que veio a se tornar ator em Hollywood, e com a atriz, atuou no clássico de John Ford (1895-1973) Sangue de Heróis/Fort Apache, 1947, ao lado de John Wayne (1907-1979) e Henry Fonda (1905-1982).  Ficaram juntos por quatro anos, até 1949, e tiveram uma filha, chamada Linda Susan. Em 1950, ela se casou com Charles Black, antigo oficial da marinha. Tiveram dois filhos, Charlie Jr. e Lori.


Questionada sobre o seu maior motivo de orgulho, Shirley costumava dizer: "Meus três filhos, minha neta e meus dois bisnetos". No questionário de seu site, há uma pergunta sobre qual carreira gostaria de ter seguido se não fosse atriz mirim. "Eu queria estar no FBI. Também queria ser vendedora de tortas", comentou.

Depois, lembrou-se de um episódio em que chegou a exercer a atividade. "Essa vontade era tão forte, que o estúdio providenciou um pequeno carrinho e o encheu de tortas. Eu circulava pelo set e as vendia para a equipe. Eu tinha cerca de oito anos de idade. Sempre vendia todas, e não tinha de pagar por elas. Era um grande negócio!"


Em 1960, Shirley ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Em 1992, foi homenageada pelo National Board of Review. E, em 1998, pelo prestigioso Kennedy Center Honors. Foi ainda considerada uma das grandes estrelas do cinema em todos os tempos pela revista . Premiere e pela "Entertainment Week.

Já em 2006, ganhou um prêmio especial pelo conjunto da obra do Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG). Também aparece na lista de "50 grandes lendas do cinema" feita pelo American Film Institute.

A FILMOGRAFIA de Shirley Temple chegou perto de incluir um outro clássico do cinema, "O mágico de Oz" (1939). A participação só não aconteceu porque a Fox se recusou a "emprestá-la" para a Metro Goldwyn Mayer (MGM). Assim, quem acabou ficando com o papel de Dorothy foi Judy Garland (1922-1969).


Shirley passou, mas seus filmes e sua presença marcante já são imortalizados mesmo por aqueles que não são tão amantes do cinema antigo como nós. Ela sempre será a Princesinha eterna nos corações dos cinéfilos, e uma estrelinha a mais na constelação.

 Produção e Pesquisa de PAULO TELLES,  baseado também em informações do site G.1.


Relembrando O PÁSSARO AZUL

O Pássaro Azul, de 1940, dirigido por Walter Lang (1896-1972), é um clássico em Technicolor para crianças, mas que também emociona os adultos. O típico filme da Sessão da Tarde que costuma reunir a família toda em frente à Tv. O filme narra a história da família Tyl, cujo patriarca (Russell Hicks, 1895-1957) é convocado para combater Napoleão e precisa deixar os filhos em casa sozinhos.


A garota Mytyl (Shirley Temple) e seu irmão Tytyl (Johnny Russel) passam a viver algumas aventuras depois que o melhor amigo de Mytyl adoece e a menina empenha-se em capturar o conhecido "pássaro azul da felicidade" para presentear o garoto. Após receber a visita da fada Berylune (Jessie Ralph, 1864-1944), os meninos são enviados, juntamente com o seu gato Tyllete e cachorro Tylo, transformados em humanos, em busca do “pássaro azul” através do passado, do presente e do futuro.


Durante a viagem por muitos reinos com fadas, magias e personagens enigmáticos, as crianças passam pelas mais inusitadas situações, e vão sofrendo transformações — relacionadas às mudanças da infância para a juventude — e transformam os lugares por onde passam, como a emocionante cena em que Mytyl se despede dos avós, já mortos, e que voltam a dormir num banquinho porque só acordavam quando alguém lembrasse deles. A menina ainda consegue ver o irmão caçula que está para nascer em outros dos mundos. Quando voltam para casa, encontram um lugar muito diferente do início da aventura. Ainda no elenco, Nigel Bruce (1895-1953) e a ganhadora do Oscar Gale Sodergaard (1899-1985).

Sinopse reproduzida do tópico MINHA LISTA, OS DEZ MELHORES FILMES INFANTIS, na visão do editor do espaço, PAULO TELLES, feita em 11 de outubro de 2010.




FILMOGRAFIA DE SHIRLEY TEMPLE

1934: Alegria de Viver (Stand Up and Cheer!)
1934: Capricho Branco (Mandalay)
1934: Olhos Encantados (Bright Eyes)
1934: Agora e Sempre (Now and Forever)
1934: Dada em Penhor (Little Miss Marker)
1935: A Mascote do Regimento (The Little Colonel)
1935: A Pequena Rebelde (The Littlest Rebel)
1935: A Pequena Órfã (Curly Top)
1936: Anjo do Farol (Captain January)
1936: A Princesinha das Ruas (Poor Little Rich Girl)
1936: A Pequena Clandestina (Stowaway)
1937: A Queridinha do Vovô (Wee Willie Winkie)
1937: Heidi (idem)
1938: Sonho de Moça (Rebecca of Sunnybrook Farm)
1938: Miss Broadway (Little Miss Broadway)
1939: A Pequena Princesa (The Little Princess)
1939: Susana (Susannah of the Mounties)
1940: O Pássaro Azul (The Blue Bird)
1942: Miss Annie Rooney (idem)
1944: Ver-te-ei Outra Vez (I'll be Seeing You)
1944: Desde que Você foi Embora (Since You Went Away)
1947: O Solteirão Cobiçado (The Bachelor and the Bobby-soxer)
1948: Sangue de Heróis (Fort Apache)
1949: Têmpera de Vencedora (The Story of Seabiscuit)
1949: O Gênio do Colégio (Mr. Belvedere Goes to College)
1985: Quando Hollywood Dança (That's Dancing!)

16 comentários:

  1. Pequena grande estrela. Um ícone mirim eterno da sétima arte e um exemplo não só de otimismo, mas de ser a porta voz das crianças, que depois dela, profissionalmente, foram levadas mais a sério. Temple ficará para a história. O seu jeitinho meigo e contagiante e tb a jovem mulher que se tornou.

    Há anos que não vejo "O Pássaro Azul". Imagine se ela tivesse sido liberada para fazer O Mágico de Oz?

    Ótimo homenagem.

    Abrç.

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    Respostas
    1. Imagine meu amigo Rodrigo se ela tivesse sido "emprestada" para a Metro para fazer este grande clássico que deu maior notoriedade a Judy Garland?

      O PÁSSARO AZUL é lindo e hoje a noite vou assistir.

      Grande abraço do editor!

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  2. Paulo, li sua matéria com muita emoção. Sempre fui uma das ardorosas fãs de Shirley Temple. Tenho até um albúm antigo de fotos dela, rsrs Sempre imaginei como ela seria como Doroty, e embora ame Judy Garland acho que Temple faria o papel de forma espetacular. O filme " O Pássaro Azul" também é um dos meus preferidos, custou a sair em DVD, tive de VHS, gravado em dvd da Tv, enfim... recentemente pude adquirir o DVD original. Uma fantasia repleta de mensagens otimistas.
    Mas, o meu filme preferido com ela é ao lado do meu amado Gary Cooper - Agora e Sempre (1934)-"Now and Forever" , ela consegue arrancar de Gary Cooper uma das suas melhores interpretações, e a química é perfeita. Shirley teve a honra de contracenar com GARY , rs ♥ Louca para ver este DVD lançado no BRASIL.
    Esta filmografia do Adoro cinema está incompleta, acho eu.

    Dá uma olhada, esta da Galeria da Fama está mais completa:

    Filmografia
    1934: Alegria de Viver (Stand Up and Cheer!)
    1934: Capricho Branco (Mandalay)
    1934: Olhos Encantados (Bright Eyes)
    1934: Agora e Sempre (Now and Forever)
    1934: Dada em Penhor (Little Miss Marker)
    1935: A Mascote do Regimento (The Little Colonel)
    1935: A Pequena Rebelde (The Littlest Rebel)
    1935: A Pequena Órfã (Curly Top)
    1936: Anjo do Farol (Captain January)
    1936: A Princesinha das Ruas (Poor Little Rich Girl)
    1936: A Pequena Clandestina (Stowaway)
    1937: A Queridinha do Vovô (Wee Willie Winkie)
    1937: Heidi (idem)
    1938: Sonho de Moça (Rebecca of Sunnybrook Farm)
    1938: Miss Broadway (Little Miss Broadway)
    1939: A Pequena Princesa (The Little Princess)
    1939: Susana (Susannah of the Mounties)
    1940: O Pássaro Azul (The Blue Bird)
    1942: Miss Annie Rooney (idem)
    1944: Ver-te-ei Outra Vez (I'll be Seeing You)
    1944: Desde que Você foi Embora (Since You Went Away)
    1947: O Solteirão Cobiçado (The Bachelor and the Bobby-soxer)
    1948: Sangue de Heróis (Fort Apache)
    1949: Têmpera de Vencedora (The Story of Seabiscuit)
    1949: O Gênio do Colégio (Mr. Belvedere Goes to College)
    1985: Quando Hollywood Dança (That's Dancing!)

    Parabéns por sua matéria e esta bela homenagem, adorei , me deu até vontade de ver muitos filmes de Shirley este final de semana.
    Shirley com certeza está mais perto do Pássaro Azul agora....

    ...............✿(✿◠‿◠) Beijinhusssssssno ❤

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  3. Querida amiga Sibely, agradeço por vc me passar por completo a filmografia de Shirley, que não consegui encontrar por inteira em minha busca pela internet (so achei parcial no site ADORO CINEMA), por isso já fiz a colagem no texto. Obrigado mesmo, amiga!

    Este filme com Gary e Shirley ainda não assisti, deve ser o máximo mesmo, ainda mais reuinindo dois símbolos do cinema, que tanto amamos em ve-los reunidos, não é mesmo?

    Viva o PÁSSARO AZUL que com certeza fez boa recepção a nossa querida Mytil/Shirley.

    Beijos do editor!

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  4. Não proposital, claro, porém não tenho quase nada para falar da Shirley.

    Simplesmente porque dela somente li e ouvi falar, mas seus filmes eu não vi, à excessão do Filme do Ford, Forte Apache.

    Não sei porque todos chamam, hoje em dia, este filme de Sangue de Herois. Isto porque, quando o assisti muitos anos atrás, ele se chamava Forte Apache e não Sangue de Herois.

    Pois foi apenas neste filme que vim a conhecer a bonita e tão decantada Temple.

    Assim, por não ter mais nada a comentar a não ser por elogios à excelente matéria, fico por aqui.

    jurandir_lima@bol.com.br

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  5. Nobre Baiano

    Quando SANGUE DE HERÓIS foi relançado no Brasil, na década de 1960, pela empresa Fama Filmes, recebeu o título original de FORTE APACHEl, assim como na dublagem antiga para a TV, que o introduz assim.

    Abraços do editor!

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  6. COMO SEMPRE "FAST ON THE DRAW", MAS UMA LIÇÃO DE CINEMA.
    POUCO, OU QUASE NADA, POSSO ACRESCENTAR, POIS ASSISTI A POUCOS FILMES DELA...
    QUANTO A JOHN AGAR, POR TER CASADO COM A FAMOSA SHIRLEY TEMPLE, ERA CHAMADO DE MR. TEMPLE. SHYRLEY TEMPLE É A MAIOR ATRIZ INFANTIL QUE OS ESTADOS UNIDOS TIVERAM...O ESCRITOR GRAHAM GREENE, ACHAVA QUE SHIRLEY NÃO ERA UMA CRIANÇA E SIM UMA ANÃ, POIS NÃO ACREDITAVA QUE UMA MENINA PUDESSE TER A PERFORMANCE QUE SHIRLEY TEMPLO TINHA NAS TELAS...
    AO FINAL QUERO INFORMAR QUE A SHIRLEY, QUANDO TEVE CANCER, TEVE QUE FAZER UMA MASTECTOMIA EM UM DOS SEIOS!
    PARABÉNS NOBRE AMIGO!

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    1. Obrigado meu amigo Coronel Eddie. Abraços do editor.

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  7. Com certeza uma carreira inesquecível, mas é uma pena não ter conseguido fazer sucesso depois que se tornou adulta.

    Abraços.

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  8. Salve, grande Paulo: tudo bem? Realmente justa a homenagem a este primor de talento precoce,símbolo de uma época mais pura de Hollywood (uma pena que o talento não tenha perdurado quando adulta...).Abração e apareça!

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  9. Oi boa noite Paulo Torres. Esta é primeira vez que entro no blog , cheguei por acaso procurando filmes com Shirley Temple pra download . Encontrei esta interessante leitura , complementar a o que havia pesquisado na filmografia dela.

    Falando nisso (pesquisa de filmografia) , não sei se li bem lido , mas de qualquer jeito , eu não encontrei na sua postagem menção a um tal filme Red Haired Alibi (num sei como é chamado no Brasil ) de 1932 . Talvez atuação dela não tenha sido creditada , ou ... num sei . Talvez você queira fazer algum complemento a esse respeito. Abraço e aguardo resposta.

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    1. Saudações caro Will. Primeiramente, me permite corrigi-lo, meu amigo: meu sobrenome é Telles, não Torres, sou Paulo Telles.

      Respondendo a sua pergunta, como este artigo foi feito de improviso em ocasião da repentina morte da estrela, fica quase que impossível falar de todos os filmes em que ela participou. No caso específico deste título, segundo dados do IMDB, de fato Shirley deve ter um papel mínimo, e ao reproduzir sua filmografia neste artigo (sob a ajuda da amiga Sibely Vieira) este título por falha nossa não foi creditado.

      Contudo, caro Will, vc mesmo já apontou este título e só posso agradecer, eu e meus leitores, por esta colaboração. Afinal, o setor de comentários se utiliza pra isso, para que possam dar suas opiniões e acrescentar informações.

      Abraços do editor e seja bem vindo.

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    2. PS- Este filme, segundo me consta, não chegou ao Brasil.

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  10. o filme o passaro e um verdaeiro classico isto sim que filme nao os filmes de hoje que comeca ben mais nao ten o final

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