segunda-feira, 23 de abril de 2012

Você se Sente Com Sorte? Clint Eastwood e seus cinco filmes da Série Dirty Harry.


Eu sei o que você está pensando – ele atirou seis ou apenas cinco? Bem, para falar a verdade, com toda essa excitação, eu mesmo perdi as contas. Mas como se trata de Magnum 44, a pistola mais poderosa do mundo, que ia explodir sua cabeça, você deve se fazer uma pergunta: Estou me sentindo com sorte? Bem, você está, idiota? Vamos, complete meu dia!
 –  Mr. Harry Callahan - Dirty Harry


Que tal falarmos do mais polêmico herói policial do cinema, ou por que não dizer o mais verdadeiro e sincero saído da ficção? Falo de Dirty Harry (Harry Sujo). Na verdade, o termo Dirty  é a palavra-chave usada na linguagem inglesa para qualificar qualquer tipo de operação mais ou menos ilegal ou imoral, mesmo sob justificativas nobres. Logo, este é o perfil clássico do personagem interpretado pelo grande Clint Eastwood, onde ele esta dentro do contexto da temática da justiça feita a qualquer preço, doa a quem doer.


Nada se compara a sua brutalidade!  Evidente que as plateias de todo mundo sempre foi apaixonada por lobos solitários (sobretudo nos westerns, só analisarmos heróis interpretados por Gary Cooper, John Wayne, ou Henry Fonda), e Harry Callahan é o exemplo máximo desse arsenal de  justiceiros e vingadores.



 O projeto para o primeiro filme da série já havia sido discutido  no início da década de 1960 pelos produtores da Warner Brothers, quando em 1963, Frank Sinatra (1915-1998) foi cogitado para o papel do Inspetor Callahan, sob a direção de Irvin Kershner (1923-2010). Mas um pulso quebrado, sofrido durante as filmagens da  Sob o Domínio do Mal (Manchurian Candidate) impediu The Voice interpretar  Callahan.  



Depois ofereceram à John Wayne (1907-1979), que também  recusou porque ele não fazia “papéis rejeitados por Sinatra ". Os produtores então foram atrás de Robert Mitchum (1917-1997), mas ele também recusou porque ele pensou que o papel era um "pedaço de lixo”. 


Por fim, a Burt Lancaster (1913-1994) foi oferecido papel, mas ele recusou porque ele não concordava com a violência do filme.


Logo, ao longo de um período, o projeto foi engavetado, até que desengavetaram em 1970, quando ofereceram a Clint Eastwood, então já consagrado ator saído dos clássicos de Sergio Leone na Europa, que leu o script e acabou se interessando.


A Partir de Perseguição Implacável (Dirty Harry), em 1971, este deu origem a uma série de mais quatro filmes, sempre com o ótimo Clint no papel do destemido Inspetor Harry Callahan, da Polícia de São Francisco, que são Magnum 44 (1973), Sem Medo da Morte (1976), Impacto Fulminante (1983) e Dirty Harry na Lista Negra (1989).




Vamos a cada um deles então! 


PERSEGUIDOR IMPLACÁVEL (Dirty Harry-1971)


Tenso e envolvente thriler que lançou o Inspetor  Hary Callahan. Callahan, alcunhado de Dirty Harry, é um policial frio e brutal de São Francisco, e esta apurando o caso de um franco-atirador assassino (Andy Robinson, em papel cobiçado por Audie Murphy), que vem agindo na cidade, exigindo 100 mil dólares para parar de matar.



Acompanhado a contragosto por um novo assistente, Chico Gonzalez (Reni Santoni), a ordem de seu chefe, o Tenente Bressler (Harry Guardino, 1925-1995), Harry trabalha de modo iconoclasta  e com uma violência que considera necessária para sua função, daí o apelido de Harry, o Sujo.




Depois que aparece outra vítima, um menino negro, Callahan tenta uma armadilha que acaba fracassando, e o criminoso contra-ataca raptando uma garota e pedindo 200 mil dólares de resgate.




O prefeito (John Vernon, 1932-2005) resolve pagar e Harry leva o dinheiro, mas é atacado e quase morto pelo psicopata. Afinal, consegue depois captura-lo, torturando para encontrar o paradeiro da refém, que é encontrada morta.



O procurador público demonstra a Harry que  seus métodos não conduzirão o psicopata as grades. Enquanto isso, Chico, ferido, prefere se desligar da força policial, enquanto o assassino, que é chamado de “Escorpião”, é solto por falta de provas. Assim, Harry parte para uma investigação policial, para incriminá-lo definitivamente. Direção de Don Siegel (1912-1991). Musica de Lalo Schifrin.


MAGNUM 44 (Magnum Force – 1973)



O segundo (e considerado o melhor) filme da série. Callahan, sempre  individualista, duro e taciturno, une-se a um novo auxiliar, o negro Early Smith (Felton Perry), e realiza algumas missões em São Francisco, antes que uma série de homicídios, vitimando figuras do submundo local o induza a suspeitar da existência de um “esquadrão da morte”, como havia no Brasil, dentro da própria força policial, comandada pelo tenente Neil Briggs (Hal Holbrook).



Destacado para capturar o gangster Frank Palancio (Tony Giorgio, 1923-2012), Callahan desconfia de um velho amigo, o guarda Charlie McCoy (Mitch Ryan), que se diz descrente na justiça, e de quatro jovens policiais de exímia pontaria –  Ben Davis (David Soul, da série de TV Justiça em Dobro, Starsk e Hutch), Mike Grimes (Robert Urich, 1946-2002- da Série de TV Swatt e Vegas), Red Astrachan (Kip Niven), e Phil Sweet (Tim Matheson- já que todos os crimes foram cometidos pela ultrapoderosa arma Magnum 44, usada pela força policial da cidade.


Depois que McCoy é morto numa missão, , Harry é procurado pelo grupo, que se confessa autos dos assassinatos e pede sua adesão. Harry nega e sofre um atentado, enquanto seu parceiro Early morre na explosão de uma bomba deixada pelo grupo.


Espetáculo de ação ininterrupta e brutal, indicado para os apreciadores do gênero, com o roteiro dos futuros cineastas John Milius(O Vento e o Leão) e Michael Cimino (O Portal do Paraíso).  Direção de Ted Post. Música de Lalo Schifrin.


SEM MEDO DA MORTE (The Enforcer – 1976)




Terceiro filme da série. Depois de desbaratar espetacularmente uma quadrilha de traficante de bebidas, Callahan é repreendido pelo Capitão McKay (Bradford Dillman), e transferido para outra divisão, onde volta a trabalhar para o Tenente  Bressler (Harry Guardino, 1925-1995).



Um grupo de revolucionários chefiados por Bobby Maxwell (DeVeren Bookwalter, 1939–1987), um cafetão que virou terrorista, executam roubo de armas e acabam matando dois policiais, um deles, o parceiro de Callahan, DiGiorgio (John Mitchum, 1919-2001 – irmão de Robert Mitchum), e exigindo alto resgate para não utilizar a munição. Voltando à divisão de homicídios, Harry passa a trabalhar com uma policial, Kate Moore (Tyne Daly), e os dois buscam pistas para chegar à Maxwell.




Maxwell acaba sequestrando o prefeito (John Crawford, 1920-2010), no clímax transcorrido na famosa Ilha de Alcatraz. Durante a operação, sua parceira Kate é brutalmente morta por Maxwell, tornando uma questão de honra pegar o terrorista a todo custo.



Violência e ação vertiginosa, conforme os padrões habituais da série, dirigido por James Fargo.


IMPACTO FULMINANTE (Sudden Impact – 1983)



Quarto filme da série, o único dirigido por Clint Eastwood.  Como sempre, Callahan, por causa dos seus meios “não ortodoxos”, sempre causa insatisfação em seus superiores hierárquicos. Entretanto, estes o mandam tirar umas férias em San Paulo (nome fictício para Santa Cruz) com a incumbência de averiguar o assassinato de um homem vítima de um tiro nos órgãos genitais.




Logo, incompatibilizando-se com o chefe de polícia local, Jennings (Pat Hingle, 1924-2009), Callahan trava amizade com a pintora Jennifer Spence (Sondra Locke, então companheira de Eastwood durante 14 anos, jamais se casaram), ignorando que ela é a própria assassina, agindo em vingança contra os homens que a dez anos a estupraram e também a sua irmã Beth (Lisa Britt), que ficou traumatizada.


Enquanto Callahan faz suas investigações, Jennifer faz sua segunda e logo terceira vitima, e o inspetor percebe aos poucos, que ela e ele tem muito em comum.


DIRTY HARRY NA LISTA NEGRA (The Dead Pool – 1989)



Quinto e último filme da série, que narra dessa vez  a trajetória do incorruptível Callahan as voltas com um assassino psicopata. Agora esta em companhia de um novo parceiro, o oriental Al Quan (Evan C. Kim), e investiga três assassinatos: de um cantor de rock, um apresentador de shows e uma crítica de cinema.


As pistas o levam a um cineasta de segunda categoria, Peter Swan (Liam Neeson), um diretor de filmes B, que cria uma lista de oito pessoas famosas (e vários membros da sua equpe também fizeram listas) que correm risco de serem mortas em São Francisco até uma data específica.

Seria só um "jogo" chamado "Lista Negra" se as pessoas da lista não começassem a morrer, uma a uma. A primeira vítima é Johnny Squares (Jim Carrey), um ator, e logo depois morre Molly Fisher (Ronnie Claire Edwards), uma crítica de cinema, que estavam na lista de Swan, que se torna o principal suspeito. 




Ajudado por Samantha Walker (Patricia Clarkson), uma repórter de televisão com quem se desentendera no passado, Harry Callahan investiga o caso com especial interesse, pois ganhou fama ao ser responsável pela prisão e condenação de Lou Janero (Anthony Charnota), tendo também sido incluído na lista. Dirigido por Buddy Van Horn.


PRODUÇÃO E PESQUISA: PAULO TELLES

19 comentários:

  1. Uma série de grande sucesso, que ajudou a consolidar a carreira de Clint Eastwood. Infelizmente só conheço o último deles, Dirty Harry na lista, que tem interessantes parcipações de Liam Neeson e Jim Carrey, mas ainda pretendo ver os demais, apesar de gostar mais de Clint como diretor... Abraços.

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    1. Clint nunca foi na verdade, Gilberto, um mal ator. Se vermos, por exemplo, seu desempenho em PERVERSA PAIXÃO, que foi o primeiro filme que dirigiu, ele tem uma atuação fora de série. Mas recomendo desde já que assista aos desempenhos iniciais de Mr. Eastwood como Dirty Harry. Não perde nada.

      Abraços!

      Paulo Néry

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  2. Queiram ou não os puritanos......uma série que marcou o cinema. Adoro.

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    1. Rsrsrsrs...eu também, Renato, eu também!

      Paulo Néry

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  3. Gostei das informações Paulo. Perfeito e o que mais posso acrescentar? Ótimo resgate.

    Dirty Harry é clássico, "o herói com nome" e Clint Eastwood ficou também bastante marcado por este personagem. Gosto da série, sobretudo do primeiro filme que é sensacional. Violência nua e crua. Uma série policial de grande impacto que nos leva nas bocas dos lixos... Eastwood não esta de brincadeira!

    Não lembrava de tantos detalhes dos filmes seguintes, mais do terceiro e do segundo que são ótimos. A cena de morte de Tyne Daly é memorável.

    O episódio que o Clint dirigiu é até curioso.

    Preciso rever este último.

    Harry Callahan é o mais notável entre todos os policiais do cinema.

    Abs.

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    1. Grande Rodrigo Mendes! Acho também uma série das mais notáveis do cinema, mas de todos os cinco, gosto mais do segundo, MAGNUM 44, mesmo porque este foi inspirado no caso do "Esquadrão da Morte" ocorrido no Brasil, onde tinha por aqui policiais civis que faziam justiça por conta própria.

      IMPACTO FULMINANTE é curioso porque além do enredo, Clint contracena com sua ex-amante Sondra Locke, e foi a última vez que atuariam juntos.

      Para aqueles que não conhecem esta fase inicial de Clint, dos westerns de Sergio Leone e do inicio de Dirty Harry, sobretudo para as duas últimas novas gerações, é oportunidade de conhecer os trabalhos deste veterano, que fez de tudo no cinema americano, atuando e dirigindo.

      Abraços, nobre !

      Paulo Néry

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  4. Grande Paulo, como vai?
    Não conheço nenhum desses filmes.
    Na verdade não sou muito fã dos filmes dos anos 70 e 80, acho que poucos se salvam, reconheço o potencial de Clint como ator e diretor, mas enfim, ainda não tive oportunidade de conhecer melhor esses seus trabalhos.
    Grande abraço

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  5. Aqui para nós: todos gostamos muito do Duke como ator de faroestes.
    E, embora ele tenha ajudado muitos atores que andavam na pior encontrarem seus caminhos, não podemos negar que ele era cheio de lero lero. Ah!, isso ele era sim.

    Primeiro tinha aquilo de partido politico. Era doente neste aspecto e chegava a maltratar, assim soube, quem era contra seu partidarismo.
    Quer dizer; ou era do partido dele ou era inimigo declarado do bonzão.

    Dentre mais algumas outras frescuras, como ter tido problemas nas filmagens de Rio Vermelho porque Monty Cliff era sexualmente isso ou aquilo, agora tomo conhecimento de que ele não fazia filmes que Sinatra recusava.

    Pelo amor de Deus! Vá ser intransigente assim no raio que o parta! Que cara cheio de não me toque! Será que ele pensava que era o mundo, ou que o mundo girava apenas em torno dele? Ou o sujeitinho se via como o ditador das diretrizes deste?

    Está aí um ator, Clint Eastwood, que menosprezei inicialmente em sua carreira, mas que depois de ver uns bons filmes com ele, como por exemplo A Marca da Forca e Os Abutres Têm Fome, voltei e vi suas fitas com Leone e não perdi mais o fio de sua carreira, quer como ator ou diretor.

    Esta série de cinco filmes como Callahan, eu vi todos. Dificil selecionar um ou dois, pois todos são muito agradáveis e saborosos de ver.
    Mas arrisco um palpite de que Magnum 44 foi o mais citado, elogiado, o mais visto, o que acho mais movimentado e, de verdade, muito bom.

    Aliás, foi seu segundo trabalho com o Ted Post, que ao lado de Eastwood sempre acertou a mão. Ninguém pode falar mal de A Marca da Forca.
    Claro que o Don Siegel e o Sergio Leone foram pontos marcados e decisivos em sua carreira, com o primeiro sendo um grande amigo seu, além de um mestre.
    Entretanto, não tivesse ele o merecimento para triunfar, nada teria dado certo.

    De um modo geral achei ótimas as rejeições do chato demais Duke, do Sinatra, do Mitchum, e do Lancaster.
    Isso porque o papel caiu como uma luva para o tipo de Clint, que o exerceu magnificamente bem, e abocanhando cada vez mais fãs para seu já enorme rosário deles.
    jurandir_lima@bol.com.br

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    1. Jurandir, sabemos muito bem que ninguém é perfeito, muito menos as celebridades. Amamos Wayne, o temos como o nosso herói em diversos tantos trabalhos, seja ou não nos westerns que o consagraram como o verdadeiro “Rei dos Cowboys”. Mas em verdade, ele parecia ser uma pessoa reacionária, com pontos radicais e fundamentalistas, de acordo com sua ideologia.

      Uma verdadeira “faca de dois gumes” era o camarada Marion Michael Morrison. Mas sem dúvida, Wayne pensava que poderia ser maior que a vida, e talvez seja por isso que seja tão admirado, pois perto do fim da vida, morrendo de câncer, não se entregou e enfrentou tudo com resistência e coragem.

      Mas cada um tem suas vaidades, e como disse certa vez um cidadão em um comentário que li há alguns meses sobre Burt Lancaster, cada um tem seus egos inflados. O próprio Burt o vemos aqui um hipócrita, como a foto que foi posta dele neste artigo é do filme “SCORPIO”, de 1973, com ação muito mais violenta do que os filmes de Dirty Harry.

      Por que não aceitar o papel de Harry Callahan? Bem verdade, Jurandir, vamos agradecer a Lancaster, Wayne, Sinatra, e Mitchum por não pegarem o papel, pois todos são verdadeiras lendas do cinema mundial, já consagradas ao tempo que Clint ficou consagrado nos westerns de Leone, e pegar o papel de Callahan, que foi mesmo uma luva para ele, foi apenas um adicional para alavancar tão brilhante carreira.

      Paulo Néry

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  6. Jefferson?

    Lembra, ou já ouviu alguém falar, que o ano de 1939 foi o ano em que foram produzidos os melhores filmes do cinema?

    Nem vou citar alguns deles para não vos fazer ler demais.

    Mas, falaste no seu comentário acima que não é muito fã das fitas feitas nos anos 70 e 80.

    Pois veja duas coisas simples, que irão de encontro com a opinião do amigo, porém, sem qualquer incentivo do desejo de alterar vosso ponto de vista. Apenas uma ilustração:

    1 - em 1975 Steve Spielberg fez Tubarão, filme cultuado até hoje, depois 37 anos depois.
    E, tenho certeza, seguirá sendo por anos a fio, haja visto que tudo que exista da saga tubarão, partiu dali, fazendo grande sucesso.

    2 - dê uma olhada nos filmes produzidos em 1985 e vai descobrir que este foi também um dos melhores anos para o cinema.

    Nada contra seu posicionamento, claro, mas apenas uma modesta observação.
    Forte abraço
    jurandir_lima@bol.com.br

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  7. Paulo, vc acredita que nunca vi nenhum filme da série DIRTY HARRY? E gosto muito de Clint e de filmes policiais durões.

    O Falcão Maltês

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    1. Ainda tem tempo, Nahud! Esta a disposição em DVD. Magnum 44 considero o melhor de todos.

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  8. Ola,Acho Clint muitooo bom como ator e talvez ainda melhor como diretor.Apesar da "dureza" de seus personagens,foi amante perfeito em As pontes de Madison.E esta série que a nos presenteia para recordar foi excelente no gênero.Adorei esta postagem.Meu grande abraço meu querido Paulo.

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    1. Olá amiga Su. Sem dúvida Clint é melhor por detrás das câmeras do que atuando, sem é claro desvalorizar seu trabalho como ator, que ao longo dos anos,amadureceu bastante. Seu trabalho em AS PONTES DE MADISON foi realmente cativante. Forte abraço Su!

      Paulo Néry

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  9. Ah, Paulo, bons tempos politicamente incorretos em que havia espaço para um ótimo anti-herói como este, numa série que, mesmo entre ótimos filmes e outros apenas regulares, todos acabam sendo deliciosos de se ver graças ao eterno personagem do Clint! Abração e apareça!

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    1. Dil, vc disse a verdade. Mas hoje, por mais estranho que pareça, precisaríamos de um anti-herói íntegro, incorruptível, e verdadeiro como Dirty Harry, doa a quem doesse.

      Ele é a verdadeira expressão do anseio de justiça e ordem.

      Grande abraço, nobre!

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  10. Grandes tempos em k havia uma série de "tough guys" no cinema: Clint Eatwood, Lee Marvin, Bronson...
    Parabéns por este espaço interessante.

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    1. Bem vindo amigo. Realmente houve tempos em que eram explorados estes heróis, sobretudo aqueles interpretados por Lee Marvin e Charles Bronsom, cuja reminiscência a estes você tão bem abordou.

      Forte abraço e obrigado.

      Paulo Néry

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